É inerente ao homem o olhar preconceituoso, a aversão por culturas que vão contra as suas, devido a um processo histórico. Sendo assim, estamos dispostos a nos preservar desse olhar, aversão, afim de, respeitar as diversas maneiras de se vê o mesmo quadro. Entretanto, o que se percebe é o pragmatismo da ignorância devido a fatores externos de uma sociedade que só “aceita o aceitável”, imposta por idéias capitalistas e esquece de que a cultura comum está na essência da nossa espécie.
A idéia desse olhar e aversão pode ser vista de várias maneiras pela sociedade, entre elas, a forma de como se vestirem dentro da mesma, a maneira como heterossexuais vêem os homossexuais, o estilo de vida dos católicos em relação aos protestantes, a contracultura nascente, enfim, estamos aptos a nos conhecer e inovar maneiras de nos respeitar da melhor forma possível pelo menos.
Isso sinaliza a problemática em conviver com as diferenças, pois, essa necessidade precisa ser transparente com atitudes individuais onde o conhecimento sobre a pluralidade cultural e individual promoverá mudanças na forma de ver a si próprio para com os outros. Para tanto, é preciso superar os padrões cristalizados impostos pela sociedade moderna capitalista, para que, enfim, possamos da um passo para a humanidade.
Portanto, não existe democracia plena numa sociedade em que não haja a valorização social da diversidade. Sabendo disso é fácil entender como progredir, porém o mesmo não se conclui senão afrontar o diverso, a pluralidade das culturas.
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